domingo, 7 de dezembro de 2008

Menina de apenas 1 ano está "grávida"

Uma menina saudita de apenas 1 ano chamou grande atenção ao ser constatado gravidez. Explica-se: a criança carrega no corpo um irmão gêmeo, que passou a se desenvolver no seu próprio útero durante a gestação da mãe.

Os médicos dizem que neste caso, parte das células dividiram-se de forma desigual, o que fez com que a massa menor de células alojasse dentro do outro embrião que estava mais maduro. A probabilidade da ocorrência é de aproximadamente 1 em 500.000, com 51 outros casos conhecidos

A realização de aborto está sendo considerado pelos médicos para poupar a vida da criança. O feto pode absorver sangue do bebê e crescer a ponto de causar risco de vida. Mesmo assim a conservadora sociedade saudita discute se a retirada do feto pode ser considerada assassinato.




Tales Henrique 2º A

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Li esta notícia no site Terra Notícias: Macacos viram workaholics com bloqueador genético.E aí verifiquei que alguns macacos preguiçosos foram transformados em trabalhadores compulsivos por causa de um tratamento genético que bloqueou um importante composto cerebral, anunciaram hoje pesquisadores dos Estados Unidos. Ao impedir que as células recebessem dopamina, os cientistas fizeram com que os macacos se empenhassem mais em uma determinada tarefa e também que a cumprissem melhor. Embora alguns empregadores possam ter outro interesse no estudo, os pesquisadores disseram que sua intenção é estudar doenças mentais. "Neste caso, vale a pena notar que a capacidade de associar trabalho a recompensa é perturbada por desordens mentais como esquizofrenia, transtorno bipolar e transtorno obsessivo-compulsivo", disse opesquisador. "Por exemplo, pessoas deprimidas freqüentemente acham que trabalhar não vale a pena por nada. As pessoas com distúrbio obsessivo-compulsivo trabalham incessantemente e, mesmo quando recompensadas, sentem que precisam repetir a tarefa. Na mania, as pessoas trabalham febrilmente por recompensas que não valeriam a pena para a maioria de nós."*********************************************E também no mesmo site verifiquei que pesquisadores americanos afirmaram ter localizado um gene que controla os níveis de uma substância química cerebral que influi no humor, sobretudo das mulheres. As fêmeas dos macacos pesquisados portadoras dessa variante do gene (um tal de "alelo s") apresentaram mais sinais de variação no humor e maiores níveis de um hormônio relacionado ao estresse do que os machos. Trabalhos anteriores já haviam levantado a suspeita de que indivíduos com essa variante do gene teriam mais propensão a ficar deprimidos ao atravessar más experiências. Os médicos acreditam que, se a descoberta puder ser aplicada nos humanos, mulheres portadores do "alelo s" seriam mais vulneráveis a variações no humor, principalmente se tiverem sido expostas a situações de estresse durante a infância, como vítimas de abuso e negligência.*********************************************Lendo isto não consegui deixar de me lembrar do filme Planeta dos Macacos... Sei lá, entende?
Erva do gato ou catnip é o nome comum para uma erva perene da família das hortelãs.
Nativa da Europa e da Ásia, essa erva possui um ingrediente ativo chamado Neptalactone que atrai a maioria dos felinos. Nos Estados Unidos, 400 toneladas de CatNip são utilizadas a cada ano, sendo que 80% desse total (320 toneladas) são destinados aos gatos.
A resposta ao CatNip é uma herança genética e o órgão responsável pela sensibilidade de perceber a substância Nepetalactone é o órgão de Jacobson, que se situa no cérebro dos felinos.
Segundo os estudiosos e veterinários, o cheiro dessa erva estimula o instinto predador do animal e afeta quase todos os felinos, inclusive leões, pumas e onças e é inofensiva para eles.
Geralmente, a erva atrae mais gatos machos do que fêmeas, sendo que antes da fase reprodutiva (6 meses) os gatinhos costumam ser imunes ao seu cheiro.
Seu efeito é mais intenso nos 10 primeiros minutos, depois disso, o gato acaba se adaptando a ela. Após duas horas longe da erva, o animal se recompõe, então, a mesma reação pode acontecer se o gato entrar em contato com ela novamente.
O CatNip é encontrado na maioria dos brinquedos para felinos - recheio de ratinhos de feltro, bolinhas ou novelos de lã. Pode ser encontrada também in natura em pet shops.
O único cuidado na utilização da erva CatNip é a sua procedência. Dê preferência para produtos originários do Brasil e que foram cultivados sem agrotóxicos.
FONTE: http://miaaudote.blogspot.com/2008/04/catnip-erva-dos-gatos.html

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Samuel, Bustamante, Yuris

Terapia genética protege e reverte os efeitos debilitantes da doença de Parkinson

Pesquisadores do centro Médico Ruysh-Presbyterian-St.Luke, em Chicago, e de Lausanne, na Suíça, utilizaram, com sucesso, a terapia genética para reverter as mudanças celulares anatômicas que ocorrem em cérebros de primatas com a doença de Parkinson. Também foi possível prevenir a progressão da doença e reverter os problemas funcionais sintomas da doença associados em macacos que apresentavam sinais da mesma.
A pesquisa foi publicada na edição de hoje da revista Science.
Foi utilizado um vírus especial (lenti-GDNF, ou seja, do fator neurotrófico derivado das células gliais), desenvolvido pelos colaboradores suíços, para levar o gene diretamente às células cerebrais dos macacos.
O GDNF é um nutriente que fortalece e protege as células cerebrais que, normalmente, morreriam devido à doença. Também aumenta a produção da dopamina, neurotransmissor químico, que envia sinais no cérebro, capacitando as pessoas a se moverem lenta e normalmente. A perda da dopamina no cérebro causa os sintomas da doença de Parkinson.
"O sistema de entrega de vetor lentiviral foi efetivo ao levar o GDNF aos locais específicos, onde era necessário resgatar as células e aumentar a produção da dopamina", diz Jeffrey H. Kordower, Ph.D., autor principal do estudo, professor de Neurociências.
Dois grupos de macacos foram utilizados nesta pesquisa. O primeiro grupo foi estudado para determinar como o sistema de entrega lentivirus afetava a anatomia das células cerebrais envelhecidas. O segundo grupo foi estudado para determinar se o tratamento surtia algum efeito sobre o comportamento ou os problemas funcionais associados à doença.
O primeiro grupo envolveu 8 macacos, com cerca de 25 anos de idade, cujos cérebros apresentavam variações celulares específicas associadas ao início da doença. Neste estágio, as células cerebrais permanecem intactas mas interrompem, ou reduzem, a produção de dopamina. Receberam 6 injeções de lenti-GDNF no cérebro.
Antes do tratamento, os cérebros dos animais foram analisados por tomografia de emissão de pósitrons (PET). Após 3 meses de tratamento, os cérebros foram intensivamente analisados por PET, bem como por técnicas de biologia molecular, neuroquímicas e neuroanatômicas. Os resultados demonstraram um aumento dramático da produção de dopamina, similar aos níveis da substância encontrados em macacos mais jovens.
O segundo grupo envolveu 20 animais, sem qualquer sintoma da doença. Para avaliar as mudanças na função ou no comportamento durante o estudo, cada macaco foi treinado em um teste específico. Também, foram analisados pela escala de taxa clínica Parkinsoniana (CRS), uma avaliação observacional dos movimentos, análoga àquela utilizada por neurologistas para avaliar pacientes com a doença de Parkinson.
Os macacos receberam, então, a substância MPTP, que inicia um estado similar à doença tanto em macacos quanto em humanos. Após uma semana, foram novamente testados pelas duas formas, ambas denotando sinais da doença. Os animais receberam, então, o lenti-GDNF. Como resultado, o desempenho no teste específico melhorou muito, quase atingindo padrões normais. Também houve melhoras no teste CRS.
Os macacos do segundo grupo também sofreram a varredura por PET. Os resultados indicaram que o tratamento preveniu por completo a degeneração do sistema de dopamina: as células e fibras cerebrais haviam sido preservadas e foram produzidos maior quantidade de dopamina.
Um terceiro grupo de macacos normais recebeu o lenti-GDNF, sendo abatidos após 8 meses. Níveis elevados de GDNF foram encontrados nestes animais, o que indica a expressão gênica a longo prazo.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Cientistas dizem que vício em cocaína pode ser genético

Os usuários de cocaína poderão ser considerados doentes em vez de viciados. É o que sugerem estudiosos em uma pesquisa que descobriu que parte da população mundial pode ser mais vulnerável ao vício de cocaína devido a uma variação genética.
No estudo, os cientistas descobriram uma proteína que diminui a resistência à droga e aumenta a dependência. A substância foi testada com ratos de laboratório na Europa e, depois, com consumidores de cocaína em São Paulo.
Publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences , o estudo levantou que o gene CaMKIV é o responsável por controlar a resposta da cocaína no organismo. Sem ele, os circuitos cerebrais ficam mais vulneráveis e a cocaína tem efeito maior e mais longo.
– A descoberta do gene é o primeiro passo para se conhecer mais peças moleculares dos efeitos da cocaína e desenvolver ferramentas para diagnóstico e terapias – declarou o cientista espanhol Fernando Rodríguez de Fonseca, diretor de Neuropsicofarmacologia da espanhola Fundação Imabis (Instituto Mediterrâneo para o Avanço da Biotecnologia e Investigação Sanitária). – A pesquisa nos abre caminho para considerar os usuários de cocaína doentes, já que o transtorno tem base genética.

Iluminando os meandros do cérebro

Em 1937 o grande neurocientista sir Charles Scott Sherrington, da University of Oxford, expôs o que viria a se tornar uma descrição clássica do cérebro em funcionamento. Ele imaginou pontos de luz sinalizando a atividade das células nervosas e suas conexões. Segundo ele, durante o sono profundo somente umas poucas partes remotas do cérebro brilhariam, dando ao órgão a aparência de um céu de noite estrelada. Mas ao despertar, “é como se a Via Láctea iniciasse uma verdadeira dança cósmica”, ele pondera. “Rapidamente a massa encefálica se transforma num tear encantado, onde milhões de agulhas cintilantes tecem um padrão dissolúvel –, mas nunca durável; uma verdadeira harmonia de padrões secundários alternantes.”Embora Sherrington certamente não tenha percebido à época, sua metáfora poética abrigava um conceito científico importante, ou seja, revelava o funcionamento interno do cérebro através da óptica. A compreensão do modo como os neurônios cooperam para elaborar pensamentos e comportamentos permanece um dos problemas sem solução mais complicados da biologia no sentido amplo, principalmente porque os cientistas em geral não podem ver os circuitos neurais em ação. O procedimento padrão que investiga um ou dois neurônios com eletrodos revela apenas fragmentos de um todo, um quebra-cabeça complexo, mas incompleto. Assim, o sucesso em observar a comunicação entre os neurônios permitiria deduzir como os circuitos cerebrais se formam e como funcionam. Este conceito fascinante tem inspirado neurocientistas na tentativa de tornar real a visão poética de Sherrington.Seus esforços deram origem a um novo campo chamado optogenética, uma fusão da engenharia genética com a óptica, para investigar tipos de células específicos. Pesquisadores já obtiveram êxito em visualizar as funções de vários grupos de neurônios. Além disso, a abordagem permitiu controlar de fato os neurônios remotamente, simplesmente ao ativar um interruptor de luz. Essas conquistas indicam a possibilidade de que, um dia, a optogenética possa desvendar os circuitos cerebrais e, quem sabe, até vir a ajudar no tratamento de certas doenças.

Genética

Variação genética pode ser causa de aumento nos casos de Aids na África

Uma variação genética ocorrida há milhares de anos deixa os africanos mais suscetíveis a contaminação do vírus HIV. O estudo publicado pelo periódico “Cell Host & Microbe” revela que essa modificação teria ocorrido naturalmente, como uma forma de proteção contra a malária. A constatação desse fenômeno pode explicar por que os africanos são os mais infectados por esse vírus no mundo.Os cientistas avaliaram 1266 pessoas infectadas e duas mil sem o vírus e concluíram que a variante é mais comum entre os infectados. Para os autores, pessoas que apresentam essa variante possuem 40% de chances de serem infectados, e, na África, ela foi encontrada em 11% dos casos.O gene que sofreu essa variação controla uma proteína nos glóbulos vermelhos. E nas pessoas que foram constatadas essa variante, a média de vida é de dois anos a mais, mesmo estando infectadas.

Vaca transgênica ajuda a aumentar produção de leite
Cientistas argentinos criaram uma tecnologia que permite aumentar até 25% da produção de leite bovino, ao injetar nas vacas um hormônio do crescimento gerado por vacas transgênicas.

Até então, existia outro produto no mercado, elaborado a partir de uma combinação de bactérias, para aumentar a produção láctea, mas o novo sistema é muito mais barato.
"Se uma vaca produz normalmente 20 litros de leite (por dia), com este hormônio do crescimento ela pode produzir 24 ou 25 litros", disse Andrés Bercovich, gerente de investigação e desenvolvimento da firma Bio Sidus.

Os cientistas conseguiram desenvolver vacas transgênicas que produzem grande quantidade de hormônio do crescimento nas glândulas mamárias, de onde logo é extraído para fabricar o produto a ser injetado nas vacas comuns.
"Será um método mais econômico porque a infra-estrutura para a produção é menor e os insumos utilizados são somente os que o animal precisa. Isso é diferente do que se usa neste tipo de indústria, onde cada insumo é muito caro", disse Bercovich.
"A economia vem de várias fontes, pela infra-estrutura, energia, pessoal e insumos", acrescentou, referindo-se aos custos para produzir compostos por síntese química nos laboratórios.

A empresa Bio Sidus criou a primeira vaca clonada em 2002 e, desde então, nasceram novos animais clonados e transgênicos para extrair insulina e hormônios de crescimento de seu leite.


Componentes: Alisson Junio; Daniel Luiz; Matheus Victor; Rafael Pimentel e Pedro Lima 1ºA